Anyone but Me 2ª temporada 7º Episódio

Mais um episódio de minha webserie favorita. Tristeza ao saber que mais um final de temporada se aproxima...

Em nome do amor (Carlos Tufvesson)

Fonte: O Dia On Line

Na terça-feira, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu uma sentença histórica para nosso País, reconhecendo o direito de um casal de duas lésbicas, moradoras do interior do Rio Grande do Sul, de registrarem, como casal, seus filhos adotados. Os julgadores da questão entenderam que, como diz a lei, "nos casos de adoção, deve prevalecer sempre o melhor interesse da criança".
É uma decisão emocionante para quem nesse País luta diariamente por uma sociedade mais justa, na qual os direitos de todos os cidadãos sejam respeitados de forma igualitária.
Chama a atenção nesse caso que os dois meninos eram irmãos e tinham 6 e 7 anos. Caso essa decisão não tivesse sido favorável, voltariam a um lar adotivo quando estavam, em família, num lar de amor.
E, pelas estatísticas, em idade muito complicada de serem adotados. Além do mais irmãos e além do trauma que seria criado de mais uma rejeição.
Com tanta criança precisando de um lar com carinho e amor, e tantos casais de pessoas do mesmo sexo com condições para dar e querendo exercer seu instinto humano de pais, beira a maldade nosso Estado fingir não ver a realidade de nosso e de outros países pelo mundo: a de famílias formadas por casais do mesmo sexo.
Antes dessa decisão do STJ, a criança poderia ser adotada apenas por um dos parceiros, deixando-a sempre ao relento da lei no que diz respeito a seus direitos e aos deveres dos pais.
Aos moralistas, que instrumentalizam a questão, deixo claro que, caso a homossexualidade fosse algo "influenciável" pelos pais, ela simplesmente não existiria. Afinal, todos os pais de filhos homossexuais são, pelo menos em princípio, heterossexuais.

"Os gays de ontem sofriam com o silêncio. Os de hoje sofrem com a violência. Então a situação piorou? Não. O silêncio é provavelmente pior."

Reflexão


Se o amor é puro e verdadeiro, por que Deus o conderaria?

Preconceito, desculpas e blá blá blá



Sugestão de leitura de postagem do blog Na Ponta dos Dedos.
Té, como sempre super coerente em seus textos e com assuntos para lá de relevantes.
Leiam!

Direito das Pessoas Homossexuais, PL 122 e os lideres religiosos homofobicos .



Recebi o texto que compartilho com vocês do Toni, presidente da ABGLT, por um fórum de discussão do qual participo. Trata-se de um texto do Pe. Gelson Piber, de 45 anos, padre da Igreja Catolica Independente. Entrei em contato com o Padre e ele me enviou o texto com correções, autorizando-me a publicar no blog.
Boa leitura!


PL 122: Um tema nem tão controverso

Certamente lhes será surpreendente ler este tema. Perguntam-me o motivo de promover este assunto e alguns, imbuídos de má vontade digam, talvez, até que isto depõe contra a Igreja. Mas qual é o objetivo que quero alcançar? Muito simples. O tema da sexualidade e em especial o da orientação homossexual, é um tema bíblico, teológico e pastoral. Aquilo que pretendo discutir, não é a sexualidade em si, pois para ela dedico quase nada de meu tempo, mas sim que coloco o tema frente a diferentes escolas de interpretação das Escrituras e de nossa identidade como cristãos e cristãs. Esse debate não é secundário, mas importante e necessário em nossa vida como Igreja e fundametal para como testemunhamos a fé em Jesus Cristo. Este debate é aquele pelo qual nossa identidade de cristãos e cristãs se mantém ou cai.
Para sermos salvos temos que ter fé em Deus e amor no coração e não ter essa ou aquela orientação sexual. A fé e o amor nos libertam de toda servidão de uma serie de tiranias, entre elas, a lei. Este eixo central de nossa hermenêutica bíblica: fé e amor - não é negociável e nos liberta de toda tentação moralizante que tendemos a colocar na obra de Jesus de Nazaré a quem confessamos como o Cristo do Deus do Reino.
A reação de lideres cristãos ao PL 122 que pretende punir o crime de homofobia, é sumamente clara e um exemplo deste debate. Seus sermões, seus abaixo assinados, suas pressões no Congresso, suas chantagens e suas mentiras, nos revelam sua forma de fazer hermenêutica bíblica e confessional e a medida de seu compromisso com a causa do Reino de paz e de justiça, pretendido e anunciado por Jesus Cristo.
Em primeiro lugar todo debate sobre sexualidade, orientação sexual e matrimonio é um debate colocado no Reino Secular e não no Reino de Deus. A diferença destas duas áreas da soberania de Deus é essencial que a mantenhamos. No Reino Secular empregamos como ferramenta de análise a razão, enquanto que no Reino de Deus utilizamos a Revelação. Portanto nossas interferências como lideres religiosos no Reino Secular afetam o espaço de serviço e promoção de diretos de nosso próximo, seja ele crente ou não, e um dia teremos de prestar contas delas ao Senhor da Vida. Nesse espaço temos que conseguir que todos os seres humanos, bons ou maus, sejam considerados espaços sagrados e pessoas que têm igualdade de diretos.
Temos que recordar junto aos religiosos homofobicos que a Palavra de Deus não é um livro, mas sim uma Pessoa: Jesus Cristo que nos revela o amor de Deus. Temos que recordar o Credo que confessamos: Qui propter nos hómines et propter nostram salútem Descéndit de cælis. Et incarnátus est de Spíritu Sancto Ex María Vírgine, et homo factus est.
Esta é nossa cristologia. Não há mérito, condições e orientação sexual que nos impeça de nos aproximar-nos desta obra libertadora de todas as tiranias, de todos os estigmas, de todas as exclusões e de todas as discriminações que são fonte de morte e injustiça que é Evangelho de Jesus Cristo. Jesus Cristo não é Moisés e não devemos confundir a Lei com o Evangelho. A Igreja deve anunciar sempre e em toda circunstancia a graça surpreendente e escandalosa de Deus. Essa é nossa tarefa, vocação, missão e visão.
A Bíblia tem diversidade de livros de distinta qualidade e muitos de seus relatos são historias realmente pouca santas. A santidade da Palavra de Deus, que sempre é o Cristo de Deus, não se confunde com a santidade de um livro com diversas qualidades de livros, tanto entre eles como dentro deles. Nem todos os textos da Biblia têm a mesma santidade e nem tudo revela na plenitude o Evangelho, as boas novas da iniciativa de Deus de reconciliar e reconciliar-se com a criação. Quando falamos de sexualidade e casamento, estamos falando de acordos sociais que tentam proteger direitos, alguns deles muito duvidosos. O conceito, as formas e os ritos do matrimonio são uma construção cultural e religiosa. As Escrituras são um testemunho das diversas formas em que se interpretou dentro das Escrituras mesmas este conceito e a historia da liturgia e da teologia do matrimonio na comunidade cristã mostram essa constante construção e diversidade de pontos de vista sobre este tema realmente social. Quando falamos em sexualidade, homossexualidade, homofobia, casamento não estamos discutindo sobre as Escrituras, mas sim sobre acordos e leis humanas, sobre ritos humanos que não necessitamos celebrar em uniformidade. Diferente é quando falamos em amor, porque o amor procede de Deus e conhece a Deus, pois Deus é amor (cf. 1Jo 4,7-8).
Ataques aos direitos sociais das pessoas homossexuais nos desafiam a pensar novamente sobre como vivemos o compromisso que nossa fé impõe a nossa fidelidade ao Evangelho. O exercício da sexualidade não é central para nossa salvação, mas sim a fé e o amor. Ou alguém pensa que se salvará pelo exercício dessa ou daquela sexualidade? Condição sexual não é condição para crer e amar. Aceitamos realmente que só Cristo salva e evitamos qualquer outro caminho tentador pelo qual queiramos chegar a santidade e a libertação de todas as tiranias? Aceitamos só a Escritura para evitar que alguma cerimônia humana ou uma tradição cultural se infiltre em nosso conceito de inclusividade? Continuamos crendo que só a graça para que nenhum ato, obra, mérito, condição humana se infiltra em nosso conceito de discipulado e ainda sustentamos que a fé e o amor são as condições da salvação para que nunca voltemos a cair no sistema que busca a salvação através do cumprimento da Lei? Se sim, entao porque tanta preocupaçao com a preferencia sexual das pessoas.
Alguns lideres religiosos podem, com todo direito, dizer não às conquistas das pessoas homossexuais e podem tentar justificar isso com sua fraca teologia, mas é realmente uma heresia pretender impor esse não à totalidade da Igreja de Cristo. Os que consideram os atos homossexuais um pecado, mesmo os exercidos com amor e respeito e relacionamentos estáveis, têm que explicar-me como e com que hermenêutica lêem as Escrituras.
Oro e trabalho para que o Espírito que não se confunde com a Letra nos ajude a realizar um discernimento de nossa forma de ser cristãos e cristãs que queremos ser obedientes à tarefa de anunciar bênção e não condenação e preconceito. Também trabalho e oro para pedir a graça de Deus que abunde de forma que recupere na Igreja de Cristo seu lugar central do qual nunca teveriamos te-la tirado. Só o Espírito que nos ajuda a não confundir a letra com a Palavra e a Graça radicalmente inclusiva de Deus nos pode ajudar a resolver estes temas.

Deus os abençoe com paz e alegria.

Padre Gelson Piber

Por que devemos lutar pela aprovação da PLC 122...

... e políticas educacionais pela diversidade sexual.

PLC 122 no Jornal Hoje

Para quem não assistiu o Jornal Hoje de hoje (15/04/2010) deixo o link para o vídeo da reportagem "Projeto de lei transforma em crimes a discriminação por orientação sexual".

A reportagem mostra depoimentos de homossexuais que já sofreram preconceito devido à orientação sexual e um pequeno debate entre o advogado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Hugo Sarubbi, e Marcos Rogério de Souza, consultor jurídico da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT).

Reportagem, curta, de quase 4 minutos, mas interessante por expor esse assunto na mídia nacional.

Assistam:

PS: Não consegui colar o vídeo na mensagem então deixei o link para o vídeo no YouTube.

Estrela da música cristã anuncia que é lésbica


Fonte: G1

Uma estrela ascendente no cenário da música cristã americana está chamando a atenção pública com uma nova identidade, após uma ausência misteriosa de sete anos. Jennifer Knapp não apenas está lançando um novo álbum como está "saindo do armário", termo que a cantora e compositoraindicada ao Grammy considera "muito bizarro" neste momento em que ela relança sua carreira musical, com certo nervosismo.

Uma estrela ascendente no cenário da música cristã está retornando à atenção pública com uma nova identidade após uma ausência misteriosa de sete anos passada em sua maior parte do outro lado do mundo.

Jennifer Knapp não apenas está lançando um novo álbum como está "saindo do armário", um termo que a cantora e compositora indicada ao Grammy considera "muito bizarro" neste momento em que ela relança sua carreira musical, com certo nervosismo.

A cantora de 36 anos, natural do Kansas e que saía com homens em sua época de faculdade, está preparada para uma reação negativa por parte de fãs religiosos que, ao longo dos anos, sempre fizeram questão de desmentir rumores sobre sua sexualidade. Por outro lado, disse ela em entrevista recente à Reuters, "ando ganhando muito mais piscadelas de garotas (nos shows) do que no passado!".

Caso inédito

Nenhuma outra cantora tão famosa quanto Knapp no gênero da música cristã é abertamente homossexual. No passado, a indústria musical cristã desaprovava os artistas que se desviavam do padrão. Rádios e lojas no varejo se apressaram a abandonar Sandi Patty e Michael English nos anos 1990, quando ambos admitiram terem tido casos extraconjugais (separados). Amy Grant também foi parar na lista negra quando se divorciou, mais tarde na mesma década. Todos foram perdoados desde então, em maior ou menor grau.

Jennifer Knapp está adotando postura preventiva. Ela gravou um álbum para o grande público e não está tentando promovê-lo especificamente junto a rádios e varejistas cristãos.

"Eu acharia uma falta de respeito dizer 'ei, isto é algo que você vai querer colocar na sua loja ao lado da estatueta de Jesus'", disse ela. "Seria falsa ingenuidade tentar convencer alguém de que precisa fazer isso".

Renascida pela segunda vez?

Mas Knapp se considera "uma pessoa de fé" e rejeita a sugestão de que esteja dando as costas à igreja, acusação que prejudicou artistas como Sam Cooke e Aretha Franklin quando eles deixaram o gospel para trás para buscar o estrelato pop.

Como artista para o grande público que quer se promover no nicho de álbuns adultos alternativos - ao lado de gente como o U2 e a também lésbica Melissa Etheridge -, foi sugerido a Knapp que, depois de "renascer em Cristo", ela tenha renascido mais uma vez.

"Talvez eu devesse ter dado esse título ao álbum", disse ela. Em vez disso, porém, ela optou por "Letting go". O álbum será lançado em 11 de maio através da distribuidora independente RED, pertencente à Sony Music.

Será seu quarto álbum, e o primeiro desde "The way I am", de 2001, que recebeu uma indicação ao Grammy de melhor álbum de rock gospel.

Desde seu álbum de estreia, "Kansas", de 1998, Knapp já vendeu cerca de 1 milhão de álbuns. Ela viajava constantemente em turnê e fez parte da turnê Lilith Fair 1999. Recebeu quatro Dove Awards, os prêmios mais importantes da música gospel.

Austrália

Mas, cada vez mais exausta e desanimada, Knapp foi viver a fantasia de muitas pessoas que trabalham demais: abandonou tudo e foi viajar pelo mundo. Ela terminou na Austrália, tornou-se cidadã desse país e agora pretende passar a maior parte de seu tempo pessoal ali.

Durante o período que passou longe dos holofotes, Knapp passou por uma espécie de crise da meia-idade precoce que a levou a reavaliar sua fé, sua sexualidade e seu trabalho. Fazer música era a última de suas preocupações.

Antes de conhecer sua namorada, nos Estados Unidos, ela foi celibatária durante dez anos. Knapp disse que isso condiz com a expectativa geral em relação aos membros não casados da comunidade evangélica.

Embora diga que ainda respeita as pessoas que se abstêm do sexo não conjugal, ela brincou: "Qualquer pessoa que tenha passado uma década celibatária tem 'perdedor completo' estampado em suas costas".

Privacidade

Sua nova identidade sexual é evidentemente um assunto muito comentado, mas Knapp não se vê como ativista na comunidade gay. Ela protege com firmeza sua privacidade e a de sua namorada, "que não quer ser famosa de nenhuma maneira".

Embora seja inevitável que os fãs estudem as canções em busca de pistas sobre sua nova vida amorosa, Knapp disse que nunca compõe canções sobre pessoas específicas. Mesmo assim, ela fala com franqueza no primeiro verso da faixa "Inside": "Sei que vão me enterrar antes de ouvirem a história inteira".

"Espero que essa contestação seja vista como humildade", ela explicou. "Se existe alguma frustração, é por tentar romper com cortesia o jugo de ter que ser algo que não consigo, dizendo com toda humildade: 'Por favor sejam gentis comigo quando descobrirem a verdade'. É tudo o que você pode fazer."

Pesquisando sobre a artista no Google, encontrei esse fórum Gospel onde está sendo discutida a saída do armário da artista. De acordo com eles vou pro inferno diretinho! rs

Vale a pena dar uma lida nos posts e ver como essas pessoas encaram a homossexualidade e como algumas religiões (desculpem-me os leitores religiosos) ofuscam a visão dessas pessoas. São visões tão bitoladas e presas em dogmas milenáres que, a meu ver estão ultrapassados, pois foram escritos para outra sociedade e outro tempo, que chega a ser assustador.

Nenhum deles fala do AMOR de Deus, somente em pecado e punição. Se DEUS é isso, viro atéia.

Basear-se em um livro escrito por homens para julgar em nome de DEUS: isso sim, para mim, é pecado.

Feliz dia do beijo

Quase no final do dia, mas segue minha mensagem do dia do beijo.
Colocando minha navegação em dia, eis que me deparo com esse vídeo clip no blog Lebiscoito.
Nada mais propício para o dia, não acham?

The Real L Word


Fonte: Parada Lésbica

Novidades sobre a série The L Word, aquela, que retratava o cotidiano de um grupo de lésbicas da Califórnia.

Após sua última temporada, de um total de 6, a Showtime lançará, em junho, um reality show com lésbicas de verdade!

A série irá acompanhar um grupo de lésbicas de elite da costa oeste americana, contando sobre suas vidas, romances e trabalhos.

Assistam o trailer:

Ainda sobre o Ricky

Todos já sabem que Ricky Martin, ex menudo e símbolo sexual no melhor estilo latino caliente, saiu do armário no início da semana.
Portas escancaradas, a corajosa atitude de Ricky fez ressurgir mais uma vez nos noticiários nacionais (e internacionais) o assunto da homossexualidade. Atitudes de pessoas públicas que se declaram homo ou bissexuais são, a meu ver, de grande importância para mudar a visão de muitos sobre a diversidade sexual.

Abaixo, reportagem exibida no Fantástico no dia 04 de abril de 2010.