Anyone but Me em português


A websérie Anyone But Me encontra-se em sua segunda temporada. Essa semana foi lançado o 4° episódio no site.
Infelizmente, como nem todas dominam o idioma, acabam não conhecendo essa maravilhosa produção.
Mas temos nossas "anjas" do blog LeBiscoito que, preocupadas em divulgar a série, postam a mesma com legendas em português.
Para quem já conhece a série, a chance de verificar se o inglês realmente anda bem. Para as que ainda não a conhecem, a chance de se deliciarem!
Divirtam-se!

Tchau, Morango!



Ainda decepcionada com a eliminação da Angélica do BBB10, um post com alguns links para notícias e campanhas Fora Dourado e todo o rebu causado por essa edição desse programa, convenhamos, idiota (OK! confesso que desta vez assisti, mas já parei!)

Parada Lésbica 1
Parada Lésbica 2

BBB10 e Homofobia 2


Que tal mostrarmos um pouquinho a nossa força tirando o homofóbico Dourado do BBB (cara, ainda não acredito que estou acompanhando isso!!!).
Votem em Dourado para o Paredão de terça-feira. Vamos manter Angélica e Dicésar na casa!
Votem aqui!

Direitos Humanos em Uganda: Petição



Em março de 2009, três cristãos evangélicos norte-americanos, cujos ensinamentos sobre a "cura" do homossexualismo foram amplamente desacreditados nos Estados Unidos, chegaram a Kampala, a capital de Uganda, para uma série de palestras.

O tema do evento, de acordo com Stephen Langa, seu organizador ucraniano, era "a agenda gay - aquela agenda obscura e sinistra" -, e a ameaça que os homossexuais representam para os valores dispostos na Bíblia e a família tradicional africana.

Por três dias, de acordo com participantes e gravações, milhares de ugandenses, entre os quais policias, professores e políticos de projeção nacional, ouviram atentamente as palestras dos norte-americanos, apresentados como "especialistas" em homossexualidade. Os visitantes discutiram sobre como fazer com que homossexuais se tornassem heterossexuais, sobre a sodomização de garotos adolescentes por homossexuais, e sobre como "o movimento gay é uma instituição malévola", cujo objetivo é "destruir uma sociedade cuja base é o casamento e substitui-la por uma cultura de promiscuidade sexual".

Agora, os três pregadores se viram colocados na defensiva, e alegam que não tinham a intenção de ajudar a promover a espécie de ira que pode conduzir ao que aconteceu em seguida: um projeto que prevê a imposição de pena de morte para casos de homossexualidade.

Um mês depois da conferência, um político ugandense até então desconhecido que se gaba de ter amigos evangélicos no governo dos Estados Unidos apresentou um projeto de lei de combate ao homossexualismo que ameaça os gays de morte por enforcamento e, como resultado, colocou Uganda em rota de colisão com as nações ocidentais.

Os países doadores de assistência, entre os quais os Estados Unidos, estão exigindo que o governo ugandense abandone a proposta, alegando que ela viola os direitos humanos, ainda que o ministro da Ética e Integridade de Uganda (que já havia ameaçado proibir minissaias) tenha declarado recentemente que "os homossexuais podem se esquecer dos direitos humanos".

O governo ugandense, diante da ameaça de perder milhões de dólares em verbas assistenciais estrangeiras, agora está indicando que recuará, ainda que apenas parcialmente, e alterará a cláusula que previa pena de morte, substituída por uma versão que envolveria prisão perpétua para alguns homossexuais. Mas a batalha está longe do fim.

Em lugar disso, Uganda parece ter se transformado em um campo de batalha remoto para as guerras culturais dos Estados Unidos, com grupos norte-americano das duas alas, os evangélicos e os ativistas gays, investindo dinheiro e dedicando apoio cada vez maior ao debate sobre o homossexualismo na África.

"É uma luta pela vida dessas pessoas", disse Mai Kiang, diretora da Astraea Lesbian Foundation for Justice, uma organização de Nova York que canalizou quase US$ 75 mil para os ativistas ugandenses pelos direitos dos homossexuais, e espera ampliar essa quantia.

Os três norte-americanos que participaram da conferência - Scott Lively, autor de diversos livros de combate ao homossexualismo, entre os quais um que ensina pais a protegerem seus filhos contra o "recrutamento gay"; Caleb Lee Brundige, que se descreve como ex-homossexual e que trabalha como promotor de "seminários de cura"; e Don Schmierer, membro do conselho da Exodus International, uma organização cuja missão declarada é a de "mobilizar o corpo de Cristo e ministrar sacramentos e a verdade a um mundo abalado pela homossexualidade" - estão agora tentando se distanciar da proposta legislativa.

"Sinto que fui usado", disse Schmierer, argumentando que havia sido convidado a falar sobre "como tratar os filhos" para famílias em que haja filhos homossexuais. Ele reconheceu ter informado às audiências como homossexuais poderiam ser convertidos ao heterossexualismo, mas declarou que não tinha ideia de que alguns ugandenses estivessem pensando em propor a pena de morte para os gays.

"Isso é horrível, completamente horrível", ele disse. "Algumas das melhores pessoas que conheço são homossexuais".

Lively e Brundige fizeram declarações semelhantes, em entrevistas ou por meio de comunicados divulgados pelas organizações que integram. Mas os organizadores ugandenses da conferência admitiram que ajudaram a redigir o projeto de lei, e Lively admitiu ter se reunido com legisladores de Uganda a fim de discutir a proposta. Ele chegou a escrever em seu blog, em março, que alguém havia comparado a campanha em que esteve envolvido a uma "bomba nuclear contra a agenda homossexual em Uganda". Mais tarde, quando confrontado com críticas, Lively se declarou muito decepcionado com a severidade das propostas.

Defensores dos direitos humanos em Uganda afirmam que a visita dos três norte-americanos ajudou a colocar em ação um ciclo que pode se provar muito perigoso. Os homossexuais de Uganda já estão descrevendo uma situação de constante chantagem, ameaças de morte como "morra, sodomita!" pichadas nas paredes de suas casas, constante perseguição, agressões físicas ocasionais e até mesmo casos do chamado "estupro corretivo".

"Agora temos de realmente viver na clandestinidade", disse Stosh Mugisha, uma ativista dos direitos homossexuais que diz ter sido agarrada em um pomar de goiabas e estuprada por um lavrador que desejava curá-la de sua atração por mulheres. Ela diz que foi infectada por HIV, mas que a reação da avó dela ao caso foi simplesmente dizer: "Você é teimosa demais".

A despeito de ataques como esses, muitos homens e mulheres homossexuais ugandenses disseram que as circunstâncias vinham melhorando antes do projeto, ao menos o bastante para que pudessem conceder entrevistas coletivas e defender publicamente os seus direitos. Agora, estão preocupados com a possibilidade de que o projeto encoraje linchamentos.

Multidões já espancaram até a morte pessoas apanhadas cometendo até mesmo pequenas infrações, como o roubo de um par de sapatos.

"O que eles fizeram foi atear um incêndio que não poderá ser apagado", disse o reverendo Kapya Kaoma, de Zâmbia, que viveu seis meses na clandestinidade a fim de registrar o elo entre o movimento africano de combate ao homossexualismo e os evangélicos dos Estados Unidos.

Kaoma esteve na conferência e disse que os três norte-americanos "subestimaram a homofobia dos ugandenses", e "o que significa para os africanos quando se fala de determinado grupo como culpado de tentar destruir seus filhos e famílias". "Ao falar assim", ele disse, "eles levam os africanos a lutar até a morte".

Uganda é um país muito fértil, majoritariamente rural, no qual grupos cristãos conservadores exercem imensa influência. Afinal, é esse o país em que há propostas de conceder bolsas de estudo a alunos que se mantenham virgens, canções sobre Jesus recebem os visitantes no aeroporto, adesivos nas portas do Legislativo que definem Uganda como abençoada e uma primeira dama evangélica que sugeriu um censo sobre virgindade como forma de combater a Aids.

Durante o governo Bush, funcionários da administração dos Estados Unidos elogiaram Uganda por suas políticas de defesa da família e investiram milhões de dólares em verbas de assistência para programas de abstinência sexual.

Uganda se tornou um polo para grupos evangélicos norte-americanos. Algumas das personalidades cristãs norte-americanas mais conhecidas passaram por aqui recentemente, muitas das quais para difundir mensagens de combate ao homossexualismo, entre as quais o reverendo Rick Warren, que visitou Uganda em 2008 e comparou homossexualidade a pedofilia.

(Warren recentemente criticou o projeto de lei de combate à homossexualidade, tentando corrigir o que definiu como "mentiras, erros e falsas informações" sobre sua participação na concepção da proposta.) Muitos africanos consideram a homossexualidade como uma importação imoral do Ocidente, e o continente tem muitas leis severas de repressão à homossexualidade. No norte da Nigéria, gays podem ser sentenciados à morte por apedrejamento. Fora da África, alguns países muçulmanos, como o Iêmen e o Irã, também aplicam a pena de morte contra homossexuais. Mas muitos ugandenses dizem que isso seria ir longe demais. Alguns até defenderam os gays.

"Eu posso defendê-los", disse Haj Medih, taxista muçulmano que atende a muitos passageiros homossexuais. Medih disse que os gays não representam ameaça para ele e que em lugar disso teme a polícia e o governo. ¿Eles é que podem prender alguém e confiná-lo, e para gente como eu não existe advogado que ajude¿.

Tradução de texto do NY Times por: Paulo Migliacci (Terra Notícias)

"Caso a proposta de legislação que está sendo debatida no momento passe, cidadãos gays da Uganda podem ser sentenciados à morte.

O alto nível de desaprovação internacional levou o presidente a pedir revisão da lei, mas aliados na Uganda dizem que só uma mobilização mundial pode afastar parlamentares dessa proposta, alarmando eles para um possível isolamento global"*.


Assine a petição.

* Texto extraído do site Avaaz

BBB10 e Homofobia

Bem, não vou postar nada, só um link para o Parada Lésbica, que vem alertar para a homofobia apresentada no BBB10 pelo mais querido do Brasil: Dourado.

Vale a pena ler e ver os vídeos que mostra como esse rapaz tem sido útil para homofobizar mais o nosso país.

Aja com um gay como agiria com um hétero



No jornal A Gazeta, todo domingo sai um encarte denominado Revista AG com variedades. Nele há uma coluna escrita pela cerimonialista Luciana Almeida chamada Etiqueta.
No último domingo (14/02/2010) ela falou sobre etiqueta homossexual. Abaixo, as perguntas e as repostas. Gostei da maioria delas. E vocês?

Numa festa, há um casal gay se beijando. Fica chato pedir para que eles sejam mais discretos?
Se eles estiverem se beijando sem grandes arroubos e o ambiente da festa for adulto, deixe os pombinhos em paz. Agora, se eles estiverem se atracando de modo inconveniente, pode pedir para que eles maneirem, do mesmo modo que faria com um casal hétero. Arroubos amorosos devem acontecer entre quatro paredes, na intimidade e sem testemunhas oculares.

Ao percebem que uma amiga “desavisada” está namorando um gay, devo avisar?
Nem pense nisso. Fique sossegada que logo, logo ela vai perceber que tem alguma coisa esquisita nesse namoro. Não vá você pagar esse mico. E tem mais: de repente, pode até dar certo. Tem tanto mistério nesse mundo...

Minha família é muito conservadora. Como convidar o namorado do meu irmão para uma festa familiar?
Vá sondando o terreno. Vá checando as posições das avós, tios e primos sobre o mundo homossexual antes de colocar o namorado do seu irmão na sala com eles. Pode ser um desastre que vai machucar a família e os sentimentos do rapaz. Se a família for contra a idéia, não leve. Dê um tempo para que eles se acostumem com o fato. Deixe para a próxima. Ou para o próximo encontro.

Como me dirigir a um transexual: ele ou ela?
Chame pelo gênero que a aparência indicar. Ele ou ela lutaram tanto para merecê-la!

Como faço para pedir uma cama de casal num hotel se estiver com alguém do mesmo sexo?
Pedindo. Você tem todo direito, como hóspede pagante, de escolher as comodidades que preferir. Faça o pedido com toda naturalidade.

Sou mulher e tenho uma namorada que minha família insiste em fingir que é apenas uma amiga. O que eu faço quando chego com ela a uma festa de família e me perguntam quando eu vou me casar (com um homem)?
Se você não for clara com seus familiares, vão preferir ficar fingindo que não sabem, ou ficar na provocação. A solução é abrir o jogo ou então agüentar o tranco. Você é quem sabe o que é mais chato ou difícil para você e para ela.

Homossexualidade e filhos



Fonte: Associação ILGA Portugal

No momento em que o Parlamento português aprova a igualdade no acesso ao casamento e coloca Portugal como um exemplo a seguir em termos mundiais na luta contra a discriminação, a campanha vem também marcar que é tempo de reconhecer que lésbicas e gays são mães e pais, filhas e filhos, irmãs e irmãos, vizinhas e vizinhos, amigas e amigos, familiares ou colegas - e que é tempo de deixar de dizer "eles" ou "elas" e de finalmente passarmos todas e todos a dizer "nós".

A campanha é composta por um spot de televisão (30’’) que está sendo exibido em vários canais, cartazes de grande formato e um anúncio para cinema e Internet (abaixo).

Chico Xavier e homossexualidade



Chico Xavier foi uma figura extraordinária. Tanto que é conhecido e respeitado não somente pelos espíritas e espiritualistas.
Uma figura à frente de seu tempo, que discutia assuntos que hoje continuam em voga, um deles, a homossexualidade.

Fonte: Partida e Chegada: a vida em dois planos

"Não vejo pessoalmente qualquer motivo para criticas destrutivas e sarcasmos incompreensíveis para com nossos irmãos e irmãs portadores de tendências homossexuais, a nosso ver, claramente iguais às tendências heterossexuais que assinalam a maioria das criaturas humanas. Em minhas noções de dignidade do espírito, não consigo entender porque razão esse ou aquele preconceito social impediria certo numero de pessoas de trabalhar e de serem úteis à vida comunitária, unicamente pelo fato de haverem trazido do berço características psicológicas e fisiológicas diferentes da maioria. (...)

Nunca vi mães e pais, conscientes da elevada missão que a Divina Providencia lhes delega, desprezarem um filho porque haja nascido cego ou mutilado. Seria humana e justa nossa conduta em padrões de menosprezo e desconsideração, perante nossos irmãos que nascem com dificuldades psicológicas?"

(Publicada no Jornal Folha Espírita do mês de Março de 1984)

Abaixo, vídeo de 1971, do programa Pinga Fogo, no qual Chico debate sobre o tema homossexualidade.



Pergunta: Como se explica o homossexualismo à luz da Doutrina Espírita?


CHICO XAVIER : "Temos tido alguns entendimentos com espíritos amigos, notadamente com Emmanuel a esse respeito. O homossexualismo, tanto quanto a bissexualidade ou bissexualismo, como assexualidade, são condições da alma humana. Não devem ser interpretados como fenômenos espantosos, como fenômenos atacáveis pelo ridículo da humanidade. Tanto quanto acontece com a maioria que desfruta de uma sexualidade dita normal, aqueles que são portadores de sentimentos de homossexualidade ou bissexualidade são dignos do nosso maior respeito e acreditamos que o comportamento sexual da humanidade sofrerá, no futuro, revisões muito grandes, porque nós vamos catalogar do ponto de vista da Ciência todos aqueles que podem cooperar na procriação e todos aqueles que estão numa condição de esterilidade. A criatura humana não é só chamada à fecundidade física, mas também à fecundidade espiritual. Quando geramos filhos, através da sexualidade dita normal, somos chamados... também à fecundidade espiritual, transmitindo aos nossos filhos os valores do espíritode que sejamos portadores.

Não nos referimos aqui aos problemas do desequilíbrio, nem aos problemas da chamada viciação nas relações humanas. Estamos nos referindo a condições da personalidade humana reencarnada, muitas vezes portadora de conflitos que dizem respeito seja à sua condição de alma em prova ou à sua condição de criatura em tarefa específica. De modo que o assunto merecerá muito estudo. Nós temos um problema em matéria de sexo na humanidade que precisaríamos considerar com bastante segurança e respeito recíproco. Vamos dizer: se as potências do homem na visão, na audição, nos recursos imensos do cérebro, nos recursos gustativos, nas mãos, na tactividade com que as mãos executam trabalhos manuais, nos pés, se todas essas potências foram dadas ao homem para a educação, para o rendimento no bem, isto é, potências consagradas ao bem e à luz, em nome de Deus, seria o sexo em suas várias manifestações sentenciado às trevas?"

( Entrevista concedia à extinta Rede Tupi de Televisão, São Paulo, ao programa "Pinga Fogo", em 28 de julho de 1971 )

Iguais - Isabella Taviani

Amei o vídeo, amei a letra, amei a música!



No dia em que ela se declarou a cidade inteira
silenciou
Todos queriam ouvir a resposta
Águias com seus vôos razantes, urubus a espreita
de um pobre instante
Rezando pelo não nas suas costas
E ela cantava o seu amor
Com a sua garganta bran-ca
E ela jurava o seu amor
Com sua garganta san-ta
No dia em que a outra decidiu enfrentar o mundo
por aquele amor
Sentiu o peso sobre seus ombros
Pai, mãe, filho, irmãos, amigos e um casamento
antigo
Julgamentos e seus escombros
Mas elas se amavam tanto
Que já não cabia engano
Mas elas se desejavam tanto
Mesmo o futuro uma tela em branco
Nunca foi tarde demais
O medo, a verdade desfaz
Águias, urubus, julgamentos, fobias, força bruta
Tudo é pouco demais
Código civil, onde se viu, nêgo que enrustiu não separa
os iguais

Bruma - Filme nacional




Terá sua exibição de estréia no Landscape Pub (Brasília), dia 26/02/10, o filme Bruma.
O filme foi escrito, dirigido, filmado e editado por Bruna Martins e narra a história de Luísa e Natália, um casal de adolescentes apaixonadas.
Produzido pela Nabuco Produções tem no elenco Maíra Santiago, Raquel Ferreira, Jayara Ribeiro, Marianna Rios, Fernanda Duarte, Raphael Cardoso, Nilo Santos, Débora Guimarães, Luciana Martins, Pedro Domingues com participação especial da banda Club Silêncio.

Trailler (sem som, pois foi retirado pelo YouTube):



Clipe promocional:

Adoção por casais gays

O vídeo está ruim e é de um programa que passou no Globo Repórter do ano passado, mas vale a pena rever.

Homossexuais e Forças Armadas




Fonte: G1

As declarações de um general e de um almirante reabriram a discussão sobre um assunto delicado para os militares.

Afinal, os homossexuais podem ou não servir nas Forças Armadas?

A polêmica sobre os homossexuais nas Forças Armadas surgiu durante a sabatina de dois oficiais indicados para o Superior Tribunal Militar, no Senado.

O primeiro a responder foi o almirante Álvaro Luiz Pinto.

“Desde que ele mantenha a dignidade da farda, da arma ou lá o que for, do cargo do posto que ele exerça, sem problema nenhum”, fala.

O general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho foi mais contundente. Disse que não é contra os homossexuais, mas que essa opção sexual é incompatível a função militar.

“Tem sido provado que o individuo ele não consegue comandar o comando, comando principalmente em combate, tem uma série de atributos e um deles é esse aí: o soldado, a tropa, fatalmente não vai obedecer”, declara.

Em 2008, o então sargento Lacy Araújo desertou do Exército. Alegou perseguição por ser gay. Lacy foi condenado a seis meses de prisão, por indisciplina, mas continua no Exército.

O procurador da Justiça Militar, que atuou no caso, disse que o código penal militar condena a pratica de atos libidinosos, sejam homossexuais ou não. Mas, na prática, alguns comandantes encontram pretextos para punir os subordinados que se declaram homossexuais.

“Punindo disciplinarmente por desallinho do uniforme, cabelo comprido ou qualquer coisa dessa natureza”, fala Giovanni Tattacaso, procurador de Justiça Militar.

Os dois oficiais foram aprovados para o Superior Tribunal Militar por unanimidade. Mas com a repercussão negativa das declarações do general, o senador Eduardo Suplicy, do PT, que votou a favor da indicação, quer ouví-los novamente antes da aprovação definitiva dos oficiais, pelo plenário.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim disse que a questão do homossexualismo dentro das Forças Armadas está sendo discutido pelo governo. Segundo ele, a declaração do general não vai influenciar o debate porque o oficial não tem autoridade para falar sobre esse assunto.

Enquanto isso, nos Estados Unidos há uma discussão no Congresso para mudar a política em relação aos gays e lésbicas nas Forças Armadas.

Atualmente quem se declara homossexual é expulso do exército americano.
Não são poucos os que passaram por essa situação. Nos últimos 17 anos quase 11 mil militares tiveram que deixar as Forças Armadas americanas por terem se declarado homossexuais, mas há um avanço nisso.

Nesta semana as duas maiores autoridades militares dos Estados Unidos, o secretario de Defesa, Robert Gates, e o chefe das Forças Armadas, almirante Mike Mullen, foram escalados para tentar convencer o Senado a derrubar uma lei de 1993 que proíbe que um homossexual assuma a sexualidade no Exército, na Marinha e na Aeronáutica.

Eles disseram que se sentem profundamente perturbados com a existência de regras que obrigam homens e mulheres a omitirem sobre quem são para terem o direito de defender os americanos.

Essa é uma tendência nos exércitos do mundo inteiro. A maioria aceita. Mas tem um grupo que rejeita. Entre eles estão: Rússia, China, Grécia, Coreia do Sul e a nossa vizinha Venezuela.

No site do G1 há uma enquete sobre o assunto. Vote!

Assista a reportagem do Jornal Hoje:


O Estado é laico



Fonte: O Dia On Line
(Enviado para a lista de discussão Leslist)

Ainda hoje me surpreendo que, quando abordamos o assunto homossexualidade, vem sempre as mesmas argumentações: 1 - Deus criou o homem e a mulher; 2 - o Levíticos.
Fica ridículo querer impor e regras de uma religião a quem não a segue. Numa sociedade plurirreligiosa, chega a ser patético! Seria a mesma coisa que judeus tentarem impor a proibição de comer carne de porco.
Como religioso, fico indignado por ver atitudes raivosas, pouco cristãs e nada a ver com o mandamento maior de toda religião: o amor!
1 - Deus criou o homem e a mulher. Certo. O fato de gostar de outro homem não me faz menos homem. Nasci homem e assim morrerei! A palavra homossexualidade vem daí. Homo quer dizer igual. Não há terceiro sexo. A não ser no caso das trans, que discutiremos em outro artigo.
2 - Levíticos - a citação preferida. Antes de tudo, não se deve usar o texto da Bíblia assim, distorcendo o conteúdo e adaptando de acordo com a conveniência, desconhecendo o conceito histórico de quando foi escrito.
Mas como pode uma pessoa citar um trecho do Levítico quando basta lê-lo para ver que ele permite também que um homem compre escravos, desde que de outro país (25:44). Ou não permite a cegos, coxos, mutilados ou pessoas com “defeitos” receber a comunhão (22:17). Ou permite a pena de morte (24:17) tão condenada pela Igreja.
Estaria isso de acordo com os conceitos cristãos de hoje? Então por que apenas um trecho? No catecismo, aprendi que sofismar com a Sagrada Escritura e usar Seu Santo nome em vão era pecado mortal.
Para melhor compreensão deste trecho e do Livro Sagrado vejam o documentário – Como diz a Bíblia (For the Bible tells me so) – feito por teólogos, inclusive de diversas religiões, sem fanatismos fundamentalistas, razões das guerras desde séculos passados, no tempo das Cruzadas.

Recomendo esse filme. Li sua crítica no blog Oráculo de Lesbos e decidi assisti-lo.
Trata-se de um filme para assistir e apresentar a cada um que vier com esse papo furado de "Bíblia contra a homossexualidade".

"Hétero não pega AIDS"



A frase do título é de um brother do BBB10 (e depois me perguntam por que não gosto de assistir esse programa).
De acordo com Marcelo Dourado homens heterossexuais estão livres do risco de serem contaminados pelo HIV porque o vírus não pode ser transmitido de uma mulher para um homem, somente de homens para mulheres ou de homens para homens.
Para o lutador, se uma mulher heterossexual casada contrai HIV é porque o marido, em algum momento, já ficou com homem.
Esses são um dos momentos em que a Globo presta um grande desserviço à sociedade, colocando tal asneira no ar e não pensando nas consequencias.
"Se não transo com homens então não preciso usar camisinha", muitos jovens podem pensar.
Ou botar a culpa da AIDS no mundo nos gays!
Após um comentário desses, a Globo deveria logo em seguida colocar um anúncio informando ou um especialista falando sobre a besteira falada.
Ainda bem que nem todos os participantes têm esse nível de compreensão sobre o assunto: ” Eu acho que isso que você está falando é um retrocesso. A gente lutou tanto para que as pessoas soubessem da prevenção e você fala isso?” - comentou Elenita

Sim, meu marido é bissexual

Esse é o nome do blog que venho seguido.
Pelo medo de nos expormos e pela necessidade de sermos aceitos pela sociedade, muitos optam por manterem uma vida dita "normal", ou seja, casar com alguém do sexo oposto, ter filhos etc.
Mas o que ocorre é que, indo contra nossa natureza, acabamos por envolver pessoas inocentes em nossos problemas. Assim, casando-se com um heterossexual e mantendo uma vida secreta, esquecemos que pode-se estar enganando, ofendendo, ferindo um outro ser humano.
E esse blog mostra isso. Casos de pessoas que um dia se depararam com a seguinte frase: "Amor, sou gay/lésbica".

Visitem: http://aesposa.blogspot.com/

Tuitando



Agora também no Twitter: @pelafresta